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Economia de energia pode dar mais gás à sua corrida

Vamos falar de economia de energia. Não, não tem a ver com a conta de luz da sua casa, mas sim da do quanto o seu corpo precisa disso para evoluir mais na corrida. Depois de um tempo treinando, o corpo fica mais próximo ao limite de condicionamento e a melhor maneira de sair do mesmo lugar é focar nessa economia de energia para correr em determinada velocidade. Entre os corredores de elite, por exemplo, a diferença nos parâmetros fisiológicos é mínima, mas a economia de corrida pode variar até 30%. Quanto mais econômicos forem, maior a capacidade de correr mais rápido e sustentar velocidades mais elevadas, consumindo menos oxigênio durante a atividade.

Veja essas dicas que encontramos para economizar o máximo que puder e buscar uma maior evolução nos seus treinos e provas:

1. Passadas com amplitude muito grande não são interessantes, pois aumentam o deslocamento vertical, o que significa energia gasta à toa. Já correr com frequência de passadas alta, minimiza o tempo de contato dos pés com o solo e é mais eficiente (em geral, corredores com passadas de maior amplitude dão entre 140 e 150 passos por minuto, enquanto corredores de elite dão 180)

2. A maneira como os pés tocam o solo produz uma reação em cadeia que afeta seu corpo de baixo a cima – e, consequentemente, altera sua passada, deixando-a mais ou menos eficiente. Para conseguir maior economia de energia, saiba que quanto mais barulho fizer, melhor. Pisar de maneira suave sobre a parte da frente do pé, faz com que o corpo gaste menos energia para gerar a contração, pois ele aproveita a energia elástica do músculo. Isso apenas é possível quando o movimento é mais rápido, pois quanto menor o tempo de contato com o solo, maior o aproveitamento da energia elástica

3. Ao colocar o pé próximo à região do quadril, o atleta diminui o momento de inércia da perna e aumenta a frequência da passada. Para melhorar, aposte no exercício de técnica de elevação alternada dos calcanhares até os glúteos. Faça séries de 20 metros a 40 metros e, em seguida, uma corrida em velocidade progressiva (40 metros a 80 metros), buscando fixar o aprendizado. Esse movimento deve ser executado com os calcanhares para trás, de forma a tocar alternadamente o glúteo, com o corpo ligeiramente inclinado à frente. Fique nas pontas dos pés, pois os calcanhares não devem tocar o chão

4. O treino em altitude é super interessante. A menor disponibilidade de oxigênio em lugares mais altos exige adaptações do corpo para melhorar o uso e o transporte do gás. A uma altitude de 3000 metros, o consumo máximo de oxigênio (VO2 máx.) fica reduzido a 85% do normal – no Everest (8 848 metros), por curiosidade, cai para menos de 30%.

Treinar com mais economia de energia, fazendo os movimentos corretos, pode trazer ainda mais gás para a sua corrida. Consulte seu treinador! #BrasilRun

Fonte: Sportlife

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Equipe Brasil Run

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